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sábado, 26 de marzo de 2016

Phytochemical evaluation of PHYSALIS peruviana fruits - Evaluación fitoquímica de frutos de PHYSALIS peruviana

Source: Vandana Bharthi et al., 2016

For centuries fruits have been an integral part of human consumption for medicinal and nutritive purposes. Fresh fruits can be useful to nourish our body, acts as good cleansers and protects our body from toxic metal. The present study, conducted in India, communicates on the preliminary phytochemical analysis, powder microscopy of fruits of Physalis peruviana. It is a widely used medicinal herb for treating cancer, malaria, asthma, hepatitis, dermatitis and rheumatism. It is commonly known cape gooseberry, physalis or goldenberry. It has potential anti-hyperglycemic activity, antioxidant activity and anion scavenging activity, anti-hepatotoxic and antiinflammatory effect. The major bioactive compounds, physalins (A, B, D and F) and glycosides (such as myricetin-3-O-neohesperidoside), showed anticancer activity. Preliminary phytochemical analysis revealed the presence of alkaloids, carbohydrates, flavonoids, phenols, proteins, saponins, tannins, glycosides and starch. 
Source: Vandana Bharthi, Prathapa Reddy M, Shantha TR, Venkateshwarlu G. 2016. International Journal of Herbal Medicine. Full paper @ http://www.florajournal.com

martes, 6 de octubre de 2015

PHYSALIS (UCHUVA): Panorama productivo y económico en Brasil (en portugués) - GOLDENBERRY (CAPE GOOSEBERRY): productive and economic overview in Brazil

http://www.horticulturabrasileira.com.br/index.php/ultimo/artigocapa
O gênero Physalis, pertencente à família Solanaceae, corresponde a um grupo com grande importância econômica. É utilizado na alimentação humana (P. peruviana), na produção de substâncias de uso farmacêutico (P. angulata) e em ornamentação (P. alkekengi). Além disso, estudos realizados com extratos das folhas de diferentes espécies de physalis têm revelado importantes atividades biológicas, como ação antibiótica, antioxidante, anticancerígena e antiinflamatória. Na medicina popular, mesmo sem nenhuma comprovação científica, a physalis é conhecida por purificar o sangue, fortalecer o sistema imunológico, aliviar dores de garganta, diminuir as taxas de colesterol e amenizar os sintomas do Mal de Parkinson. No Nordeste brasileiro, por exemplo, a planta é utilizada em tratamentos caseiros de reumatismo, problemas renais, de bexiga e do fígado, como também pode ser sedativa, antifebril e antivomitiva. Já na Colômbia, o maior produtor mundial, a planta é amplamente utilizada como anticarcinogênica, antibacteriana, antipirética, diurética e no tratamento de doenças como asma, hepatite, dermatite e artrite.

O nome comum dado no Brasil à physalis comestível, P. peruviana L., é "physalis"ou "fisális". Outras denominações também são empregadas conforme a região (juá, joá, joá de capote, camapu e saco de bode) as quais fazem referência a outras espécies da planta. Frequentemente, confunde-se a espécie comestível com P. angulata L. e P. pubescens L., que possuem ocorrência natural nos campos, matas e jardins. Não é de se estranhar que algumas plantas sejam conhecidas por nomes regionais diferentes, como também ocorre o inverso: plantas distintas apresentam o mesmo nome. É essa confusão que muitas vezes ocorre com o juá, que tanto pode designar a comestível P. peruviana quanto à tóxica Solanum mammosum, também chamada de juá-bravo. Por conta disso, adotou-se no uso cotidiano o nome científico para evitar confusões na literatura e na comercialização.

No Brasil, destaca-se o plantio e consumo da physalis comestível, colocada no mercado com sua denominação científica P. peruviana. Esta apresenta um pequeno fruto açucarado, rico em vitamina A e C, ferro e fósforo, além de alcaloides, flavonoides, carotenoides e compostos bioativos considerados funcionais. Os frutos são utilizados na fabricação de doces, geleias, sucos, sorvetes e iogurtes. No entanto, a physalis se destaca no mercado de consumo in natura e na produção de docinhos sofisticados para festas. Já as raizes e folhas são destinadas ao mercado farmacêutico e, o cálice, envoltório do fruto, aos trabalhos artesanais.

Seu cultivo é relativamente simples e prático. Porém, em atividades comerciais, é necessário adotar técnicas de cultivo como condução e tutoramento das plantas, poda de formação e desbrota, adubação de correção e manutenção e tratamentos fitossanitários. De modo geral, caracteriza-se pelo baixo custo de implantação, o que a torna uma cultura acessível a pequenos e médios agricultores.

A P. peruviana desenvolve-se em uma extensa faixa de condições agroecológicas. Está classificada como uma espécie tolerante a diversos tipos de clima e solo e seu cultivo é semelhante à cultura do tomateiro. No entanto, tem suas especificidades técnicas de manejo. O excesso de umidade ou seca, frio ou calor, podem prejudicar o crescimento e desenvolvimento das plantas, além de diminuir a produção, a produtividade e influenciar na qualidade final do produto (fruto). As plantas de physalis apresentam maior crescimento e desenvolvimento em regiões com temperaturas entre 15 e 25°C, com amplitude térmica de 5 a 6°C. As baixas temperaturas (menores que 8°C) podem impedir que a planta cresça e se desenvolva naturalmente, embora a planta tolere geadas leves. No entanto, quando ocorrem mudanças bruscas de temperatura no inverno (abaixo de 0°C), as plantas podem vir a morrer. Já temperaturas muito elevadas (maiores que 30°C) podem causar dificuldades de floração e frutificação.

Nas condições da região Sul do Brasil, em função das geadas tardias que ocorrem até os meses de setembro, recomenda-se o plantio de physalis em meados de outubro e novembro. O ciclo da cultura é de aproximadamente sete meses, quando acontecem as fortes geadas de inverno (meados de maio), tornando-se uma cultura de ciclo anual. No entanto, após o inverno rigoroso, as plantas rebrotam, podendo produzir por mais de dois anos, caracterizando-se como uma planta de ciclo bianual ou até perene. Comercialmente, recomenda-se utilizar a mesma planta por até dois anos consecutivos. Além deste período, as plantas podem apresentar diminuição da produtividade e qualidade dos frutos.

No Brasil, embora não haja produção em grande escala, a P. peruviana já é plenamente aceita pelo mercado consumidor, apresentando um consumo igual ou até superior às demais culturas do segmento de Pequenas Frutas. Entretanto, sua popularidade é restrita ao centro-sul do Brasil. Nas demais regiões, a physalis é relativamente desconhecida. Por ser uma atividade agrícola recente no país, a physalis é comercializada como fruta exótica. Seu preço no mercado pode chegar a R$ 70,00 por quilograma. No entanto, os preços pagos aos produtores variam de R$ 10,00 a R$ 45,00. No RS, em mercados locais, alguns produtores recebem em torno de R$ 30,00 a R$ 40,00 por quilograma. Já, em alguns municípios de SC, os preços pagos direto ao produtor variam de R$ 12,00 a R$ 30,00. Estes valores são interessantes do ponto de vista econômico, no entanto, podem estar em descompasso com a realidade dos gastos que se tem com o cultivo, como por exemplo, elevada demanda por mão-de-obra, tempo investido, impostos, preços de embalagem e rotulagem, logística e transporte, etapas necessárias para que o produto chegue à mesa do consumidor.

Em nosso país, os trabalhos científicos com P. peruviana começaram em 2006, na Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC-CAV), obtendo excelentes resultados a campo. Sendo trabalhos muito recentes, a tecnologia de produção ainda não está consolidada e há poucos trabalhos de pesquisa sobre o cultivo e comercialização de physalis no país. Esse aspecto implica na existência de um risco tecnológico para o investidor, principalmente para o pequeno agricultor. Porém, faz-se necessário buscar parcerias em cada região para diversificar e expandir o cultivo, logística, transporte e comercialização.
Fuente: Janaína Muniz, Anyela Rojas Molina, Jaison Muniz. 2015. Horticultura brasileira (http://www.horticulturabrasileira.com.br)

martes, 4 de agosto de 2015

UCHUVA (PHYSALIS), la fruta de los reyes Incas, ya se cultiva en Santa Cruz (Bolivia) - GOLDENBERRY (PHYSALIS), the fruit of the Incas kings, has recently started to be cultivared in Santa Cruz (Bolivia)


Una nueva fruta incursionó en el mercado cruceño. Se trata del goldenberry, popular en Perú, Ecuador, Chile y Colombia. En Perú se la conoce como uchuva, un fruto originario de Los Andes que posee excelentes propiedades nutricionales y especialmente curativas, señala el director ejecutivo de la Fundación Trabajo Empresa (FTE), René Salomón, que está apoyando el desarrollo del cultivo en Comarapa, de la mano del vivero de propiedad de la familia del visionario agricultor comarapeño, Don Bernardo Guzmán.

La goldenberry se puede consumir fresca, sola o en ensaladas. Le otorga un toque agridulce a las comidas. En algunos países como Colombia y Perú ya se está procesando para obtener productos como mermelada, yogur, dulces, helados, conservas enlatadas y licores. También sirven de elemento decorativo (de la misma forma que una cereza) para adornar tortas y pasteles. Salomón explicó que en Comarapa 50 productores están cultivando 49 hectáreas, y que ya se la comercializa en la cadena de supermercados Hipermaxi y en el ICE Norte. Tiene propiedades nutritivas y curativas.

Antiguo. La goldenberry también llamada tomatito silvestre o capulí, es conocida como fruta nativa desde la época de los Incas. Era una de las plantas preferentes del jardín de los nobles. Fue cultivada en el valle sagrado de los Incas. 

Beneficios. Están llenas de antioxidantes, señalan datos científicos. Es una rica fuente de proteínas y fibra. Reduce el colesterol, tiene propiedades antinflamatorias, contiene varios minerales, incluyendo potasio y fósforo.

Energizante. Además de poseer una grandiosa fuente de Vitamina C, la fruta es energizante, apoya los niveles altos de energía requerida para un estilo de vida activo. Según los expertos, ayuda a purificar la sangre y tonifica el nervio óptico.

Mercado. La producción de los países vecinos está llegando a los mercados de EEUU, Inglaterra y Alemania. Su cultivo, además de Perú, Colombia, chile y Ecuador, hay en California, Sudáfrica, Australia, Kenia, India, Egipto, el Caribe, Asia y Hawái. Desde hace cuatro años está en Santa Cruz.
Fuente: http://agroingeniero.blogspot.com.ar

domingo, 14 de junio de 2015

UCHUVA colombiana en fresco sin tratamiento en frío ya puede ingresar a EE.UU. - Colombian fresh GOLDENBERRIES (PHYSALIS) without cold treatment are already allowed in the U.S.

El Ministro de Agricultura y Desarrollo Rural de Colombia, Aurelio Iragorri, anunció que los productores de uchuva(aguaymanto o physalis) de los departamentos de Boyacá y Cundinamarca ya pueden exportar la fruta en fresco a EE.UU. sin tratamiento en frío. 
Lo anterior, tras la firma del Plan de Trabajo entre los representantes del Ministerio de Agricultura y Desarrollo Rural de Colombia (MinAgricultura), el Animal and Plant Health Inspection Service (APHIS) de EE.UU., el Instituto Colombiano Agropecuario (ICA) y la Asociación Nacional de Comercio Exterior (Analdex).
Exportar sin tratamiento en frío implicará una reducción en los costos de exportación y logística de un 40% para los productores y exportadores colombianos, informó el MinAgricultura.
“Esto abre una oportunidad para miles de productores en 196 municipios de Boyacá y Cundinamarca que se verán beneficiados con la subscrición del acuerdo”, precisó Iragorri en una nota de prensa.
“Llevamos 10 años de trabajo en este propósito y hoy, gracias al acuerdo entre el ICA y el APHIS, que es la autoridad sanitaria de EE.UU., podremos potencializar las exportaciones de uchuva a este destino con esa importante disminución en costos y la garantía de salubridad e inocuidad”, agregó el representante del agro colombiano.
Cabe señalar que hasta el momento las únicas exportaciones que se han realizado a EE.UU. se han hecho con tratamiento en frío. Esto ocasionaba una pérdida en la calidad de la fruta, menor vida de anaquel y mayores costos de logística.
“A EE.UU. se exportaron en 2014, 68 toneladas con un valor FOB de US$346 mil, lo que representa el 1.1% de las exportaciones totales, pero con esta nueva regulación esperamos que las exportaciones puedan incrementarse notoriamente al ofrecer una uchuva de mejor calidad”, explicó Iragorri.
El MinAgricultura detalló que, para dar inicio a las exportaciones bajo el Plan de Trabajo es indispensable que los predios productores se encuentren registrados ante el ICA. En Boyacá ya hay 195 hectáreas de uchuvaregistradas ante el organismo, cifra que en Cundinamarca alcanza las 167 hectáreas sembradas sobre los 2.200 metros sobre el nivel del mar (m.s.n.m.).
De acuerdo a lo informado estas hectáreas podrían beneficiarse inmediatamente con esta nueva medida, sin embargo es probable que estas cifras se incrementen con la firma del Plan de Trabajo.
Cabe señalar que la uchuva que se exportará es sembrada por pequeños productores en parcelas de entre una y cinco hectáreas en 196 municipios de Boyacá y Cundinamarca. En 2013 se reportaron 443 hectáreas sembradas en Boyacá y 211 en Cundinamarca.
Carlos Soto, subgerente de Protección Vegetal del ICA, señaló que los productores y exportadores colombianos “ya están  listos para empezar a exportar pues el plan de vigilancia ya lleva nueve meses y tenemos la certeza, y podemos certificar, que tenemos predios libres de la mosca de la fruta”.
Cifras
En 2014 Colombia exportó 5.823 toneladas de uchuva lo que representó US$30.2 millones, un incremento de 9% en volumen y 14% en valor comparado con el año anterior.
El 99% de las exportaciones de uchuva son demandadas por 10 países, la mayoría representado por los de la Unión Europea. Holanda, Alemania, Bélgica y Canadá son los principales destinos.

viernes, 30 de enero de 2015

La PHYSALIS (UCHUVA) de Ecuador mira hacia Europa - Ecuador PHYSALIS (GOLDENBERRY) looks to Europe

“Es un producto originario de los Andes y se cree que podría ser del Ecuador."  


Uchuva, uvilla, aguaymanto, tomate de los incas o physalis; son muchos los nombres con el que se conoce a esta exótica superfruta que muchas veces suele usarse como ornamento en repostería o alta cocina, pero que tiene mucho más para ofrecer.

“Es un producto originario de los Andes y se cree que podría ser originario del Ecuador. Nosotros tenemos nuestra producción en una zona de altura a 50 kilómetros al sur de Quito, en la provincia de Pichincha. El cultivo se desarrolla entre los 2000 y 3200 metros sobre el nivel del mar; la altura le confiere al physalis mayor calidad, calibre, coloración y grados Brix”, explica Dennis Brito, de TANKAY SOCIAL COMPANY.

Tankay es una empresa social para promover el desarrollo de cultivos de productos exportables a fin de mejorar los ingresos y las condiciones de vida de los agricultores en zonas deprimidas de Ecuador.



“Tenemos unas 40 hectáreas y producimos durante todo el año, a su vez nosotros también procesamos la uvilla y la vendemos deshidratada cuando el mercado del fresco no es tan conveniente o se encuentra saturado”, explica Dennis, y añade: “Actualmente exportamos fruta fresca y procesada a Alemania, Canadá, Estados Unidos y tenemos mucha confianza en que la uvilla ecuatoriana pueda ingresar en mayores volúmenes al mercado europeo”.

De acuerdo con Dennis, se debe cambiar la forma de comercializar la uvilla. “Hasta ahora, la comercialización se ha enfocado mucho en colocarlo en un estatus de exótico y eso ha limitado su crecimiento; podría ubicarse tranquilamente en la línea de los minitomates. Esto ayudaría, ya que mucha gente al ver su capuchón duda al comprarlo o piensa erróneamente que es solo un adorno de cóctel”.

“Nosotros estamos trabajando con PRO ECUADOR para que en todas las escuelas de gastronomía se empiecen a conocer las bondades culinarias y nutricionales de nuestra uvilla”, concluye Dennis.
Fuente:
Autor: José Buonamico
Derechos de reproducción: www.freshplaza.es

lunes, 26 de enero de 2015

Colombian producer to extend GOLDENBERRY marketing across the U.S. - Agricultor colombiano ampliará el marketing de la UCHUVA (Physalis peruviana) en los EEUU

Colombia-based rare fruit specialist Global Agricultural Trading (GAT) is currently pushing forward with the marketing of its golden berries – also known as cape gooseberries and Physalis – and sees a big future throughout the U.S. 


Golden_berries_-_Physalis_peruviana (1)


Speaking to www.freshfruitportal.com at the Produce Marketing Association (PMA) Fresh Summit in Anaheim, GAT general manager Robinson Martinez said it had taken a while for the fruit to gain market traction. “It is a very new and different product,” Martinez said. “It’s been a little bit difficult to introduce into the market because of the lack of brand awareness, but thanks to a range of educational programs people are understanding much more about the product – that’s really helped a lot.”

Martinez said demand had been growing encouragingly at around 7% annually and showed no signs of slowing down. The company’s website features various recipes showing consumers how to use the product, and some big names in the foodservice industry have also started to take up the fruit.
“Nowadays there are competitors, other big companies that are using the product, like Starbucks. So I think slowly but surely we’re making the product more and more popular,” Martinez said.
“It’s a product that’s going to give us an interesting future, and we’re really hoping that it’s going to be the next big super fruit to hit the market,” Martinez said.

The fruit is grown in Cundinamarca, near the Colombian capital Bogota, where GAT has its own production and also works with a range of smaller Fair Trade-certified producers.

The golden berries are currently marketed in southern and northern California in the gourmet niche and high-end natural sectors, but Martinez said plans were on the cards to expand into the rest of the country. “Thanks to a good relationship with a distribution company, we will soon have the opportunity to sell our product nationwide with them,” he said. “These products definitely have an interesting future, we’re seen a lot of people who are interested in it.”
Photo: www.shutterstock.com
www.freshfruitportal.com